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Projeto Jogatina

Modalidade
Campanha

CLUBE COOPERATIVO Final Fantasy VI
Super Nintendo
Por Lobim
Criado em 19 de abril de 2013
Este clube já foi visitado 1909 vezes.


    O verdadeiro clube dos fiéis seguidores de Final Fantasy VI. Santuário sagrado para devoção de Vossa Senhoria.

    Aqui o nosso objetivo é saudar, idolatrar, venerar, fazer oferendas, sacrifícios, cultos, hinos e tudo a respeito deste Deus sagrado que nunca nos abandona com todo seu esplendor. Todas as atividades sagradas serão feitas em conjunto, qualquer ação contrária não será tolerada, há um consenso geral aqui da superioridade de Vossa Senhoria - é uma religião extremista, isso mesmo.

    Discussões enaltecedoras serão aceitas, desde que ambos os lados sempre objetivem encomiar Vossa Senhoria.

    Não entram hereges nesse grupo. Se algum aparecer, será queimado vivo na fogueira.


    Sócios atuais


    Clube Cooperativo
    Este é clube do tipo campanha onde os participantes jogam cooperativamente. Não existe disputa de placar. Se você quiser inserir um placar manualmente, utilize a seção de Registro de Placares.

    68 comentários para
    Final Fantasy VI

    1. Sensacional, Lobim!
      Eu mesmo nunca fui longe, como bem sabes, neste jogo tão adorado por tantos fidelíssimos curtidores. O Profeta prevê que jogará Final Fantasy VI profundamente em 2013, o ano do SNES!
      Por isso estamos aqui!
    2. Lobim! Que BAITA CLUBE!

      Eu também devo Final Fantasy 6 a mim mesmo... e à Brita Games, ! A única locadora da cidade que tinha essa fita. Eu fui bem longe no jogo, mas tranquei-me em um ponto onde, devido aos meus níveis de experiência baixos, não conseguia prosseguir ~ e pro meu azar, eu tinha salvado por cima do save anterior. Essa foi a grande vergonha da minha vida de RPGs no SNES.

      Eu também prevejo uma jogatina disso no ano de 2013.
      Mas quando, José? Como, José? O que você vai provar com isso, Josés? Pra que jogar Final Fantasy, José?
    3. Esse jogo me traz belíssimas lembranças. Um dos poucos que fechei mais de uma vez. A primeira foi em 2001/2002. Me apaixonei de cara, travei bonito na ilha flutuante, fiquei meses longe, e quando fui retomar a jogatina, aconteceu uma combinação de fatores belíssima. Eram férias escolares e eu tinha tempo de sobra. Eu havia acumulado muitos níveis. Havia comprado uma Gamers Pró-Dicas que tinha muitos segredos do jogo.

      O resultado é que pude desfrutar toda a segunda etapa sem grandes dores de cabeça, necessidade de grinding, tendo a absoluta idéia do que fazer, podendo me deixar encantar.

      Quando enfim fechei lembro que foi uma comemoração desgraçada, pulava pela casa feito louco.

      Depois em 2006 peguei ele de novo no emulador de SNES. Encarei tudo de novo porque na versão de PS1 havia esquecido de deixar o Shadow sobreviver durante o fim do primeiro mundo, e das side-quests do Gau e seu pai e dos sonhos do Shadow

      Em um primeiro momento, achei que seria uma tarefa cansativa. Mas foi bastante proveitosa, me diverti muito descobrindo novas coisas naquele jogo que já me havia prendido tanto.

      Já prometi que um dia parto pro tri-campeonato com a versão de GBA. Ou se sair um remake com gráficos 3D, como fizeram com o IV.
    4. O que mais me encanta nele nem é a ópera, que realmente ficou extremamente bacana. Mas o fato de ser um jogo com CATORZE personagens fixos, e onze deles terem histórias com o mesmo nível de profundidade. A exceção de Gogo, Umaro e Mog, cada um tem um motivo para estar ali, uma personalidade própria, uma história que se estende se o jogador for procurar.

      A Terra pode até ser chamada de protagonista, é a primeira que controlamos. Mas não é o caso de termos uma personagem que chame toda a atenção e treze que só servem de escada.

      Também vale citar que cada um tem características próprias em batalha, o que oferece possibilidades imensas na estratégia. E por fim, tem o Kefka, o vilão mais doente e engraçado que já vi até hoje. O jogo ficaria devendo se tivesse um adversário final patético, mas não é o caso, a batalha final é simplesmente épica, tem uma trilha sonora marcante, melhor encerramento não há.

      Quem não tiver jogado, que vá atrás o quanto antes. Será um prazer trocar impressões e dicas por aqui.
    5. Retroviews! Excelentes comentários! Realmente são de dar água na boca, cheguei a ficar com vontade de jogar. DETALHE: como eu jogo via emulador no Wii, quando for me aventurar com este jogo com certeza jogarei a versão retraduzida (que mantém os nomes originais e textos superiores) e com bugs corrigidos.

      E só um adendo: na primeira e única vez que joguei, eu travei naquela parte onde a gente anda em um carrinho dentro dos trilhos de um túnel de mineração abandonado, algo assim. Não lembro nem o que era... Só sei que não conseguia vencer as batalhas e meu save anterior não tinha mais volta, eu já havia reescrito. Péssima lembrança. Horas de raiva...
    6. Depois faço um comentário mais longo - tempo reduzido de internet emprestada.

      Vale salientar que a Terra não só NÃO é a protagonista como você pode, perfeitamente, terminar o jogo sem ela. Eu sempre digo que o jogo não tem uma protagonista, cada um tem o seu momento no jogo, e o momento dela é só o mais longo do que os outros.
    7. Esse jogo está na minha lista dos meus maiores fracassos. Aliás... Aqui entre nós... Eu NUNCA terminei NENHUM Final Fantasy.

      Os que eu cheguei mais longe são o FF12 Revenant Wings do DS (cheguei exatamente na última missão eu acho, e não tive a moral de terminar) e talvez esse FF6, naquela parte da fábrica.

      Todo ano eu abro uma jogatina de FF6 pra zerar, mas sempre acabo empacando. Assim que eu terminar o Skyward Sword, pego esse. Com quanto tempo vocês costumam fechar esse FF?
    8. Não condeno vocês por terem parado de jogar porque nas duas primeiras oportunidades em que peguei o V foi assim. Só fui fechar jogando a versão de GBA no Dingoo, antes disso travei no PS1 e no SNES. E puxando melhor pela memória, lembrei que em 2005 iniciei uma jogatina do VI que parou pouco antes de reencontrar o Edgar em South Figaro, mas foi porque o save corrompeu. Mas parar antes da metade jogo? Bora corrigir isso, hein.

      As de SNES e PS1 eu chuto umas 40 horas por baixo para a história e as side-quests. A de GBA, obviamente mais, por ter mais conteúdo extra.
      • Tem a discussão no forum. Acho mais fácil ver algo mais detalhado lá.
        Eu particularmente prefiro a versão PSX. Em parte pq já fui mordido por bugs da versão SNES.
        Meu resumão seria:
        SNES: Se você pegar a primeira revisão, é bem bugada. Tem bug que pode corromper o save, te obrigando a não usar um dos personagens. Segunda revisão é basicamente igual a de PSX, fora as características próprias desta. Censurada no ocidente.
        PSX: Tem algumas CGs a mais. Tem botão de dash. Não tem censura. Tem uma pausa de 1-2 segundos quando se abre o menu. Essa pausa existe tb na versão PSN p/ PS3, mas some na versão PS1 convertida manualmente para o PSP.
        GBA: Quase todos os bugs corrigidos. Única versão que os danos são calculados corretamente. Retraduzida. Conteúdo extra. Cores mais claras que das outras versões (provavelmente por causa da tela escura do GBA original). Censurada de forma diferente que a versão SNES, inclusive na versão japonesa.
    9. Depende, estava rolando uma discussão a respeito disso atrás no fórum. A de GBA tem conteúdos extras, nova tradução, mas é mais fraca tecnicamente. A do PS1 tem CGs e qualidade superior de áudio, mas há quem reclame de loading. A de SNES usa muito bem os recursos do console e não tem carregamento algum.
    10. Pra mim a versão definitiva é a de SNES, pela questão da essência. Pode parecer um argumento fraco, mas o áudio e o clareamento dos gráficos na versão de GBA tira toda a essência obscura do jogo, afinal, a escuridão traz um sentimento repressor essencial no jogo.

      A versão de PSX eu não defendo porque para jogá-la no console (eu tenho o CD original) você precisa de MUITA paciência. Particularmente, não vi diferença no áudio e eu só vi uma CG que foi no começo (não teve na Opera House, em nenhuma parte importante, só na introdução), não acho que por causa disso ela seja mais valorosa.

      Entretanto, o que pode condenar a versão de SNES, conforme discutido no fórum, são os bugs das versões mais primitivas do jogo, mas dá para se informar sobre isso para evitar que eles aconteçam - e assim, você tem que ser azarado para isso acontecer, comigo nunca aconteceu.
      • Também concordo com a versão de SNES ser a melhor. Além dos erros clássicos de tradução, essa versão tem o melhor som. A de GBA capou a trilha sonora pela limitação do console, e a de PS1 tem as malditas travadinhas na entrada do menu... e é muito legal se aproveitar das falhas de programação para deixar os personagens super mortais... além do famoso vanish/doom, claro.
    11. Além disso, é impossível determinar um só ponto alto na narrativa. A Opera House é só 1 delas. Não falarei mais para não estragar para os que não jogaram ou abandonaram no meio.

      E mais, FFVI tinha os personagens mais MACHOS que já vi, inclusive as mulheres... fazem parecer Cloud, Squall, Zidane e Tidus umas bichas loucas... em FF6 os personagens tem um nível de profundidade psicológica sensacional, enquanto nos FF posteriores eles são TÃO complicados psicologicamente que você se perde...
      • Se eu fosse apenas dar usa zuadinha eu escreveria aqui pro pessoal "dar ouvido à voz da experiência de Travest, pois de MACHO ele entende", mas infelizmente como não estamos sentados em uma mesa de botéco tomando uma limonada como deveríamos, acho suficiente dizer que gostei muito do seu comentário, Travest!
        Sou da opinião que no gênero RPG, a qualidade da narrativa e a profundidade dos personagens são duas características que podem elevar ou afundar um jogo. Um RPG com narrativa ou personagens fracos entretém o jogador de que forma? Apenas com exploração e grinding se intercalando até um final abrupto ou mesmo sem final algum. Esse é um dos motivos pelos quais eu nunca tive interesse em jogar certos jogos que cheguei a ver um colega de trabalho escrevendo macros pro bonéco ficar matando monstrinhos automaticamente enquanto ele trabalhava. Acho que este é o fundo do poço do RPG, e por isso, e pelos comentários que tenho lido aqui, o FFIII está nas nuvens.
        • Agora eu digo que fiquei confuso.
          Mas você não está gastando bastante tempo jogando duas versões de DQ1 simultaneamente?
          YMMV, mas o primeiro DQ (que eu joguei) que coincide com essa definição é o 5!
        • É coisa de japonês, Flyer... Japonês faz dessas de jogar dois jogos iguais ao mesmo tempo.
        • FFIII/VI não apenas tem uma história incrível, mas um ritmo narrativo muito bem balanceado. Há altos e baixos emocionais bem dosados, e a música é 70% dessa ambientação. É um dos poucos RPG´s que joguei na vida cujo final me deixou triste (pelo fato do jogo ter terminado) e também com um sentimento de recompensa (nossa, o final REALMENTE foi digno das XXX horas infinitas que gastei jogando). Um dos mais belos e compridos finais de jogo que já assisti. FF8 merece citação honrosa pelo mesmo feito, mesmo sendo um jogo mais trabalhoso e de mecânica mais complicada.
        • Flyer, eu tou jogando o par DQ/DW tendo tudo isso em mente. Essa série sempre me deixou curioso, sempre vi o pessoal jogar e comentar muito na escola, desde os primórdios. Jogar esses jogos é compreender o que se passava na cabeça dos moleques da época, dentre outras coisas. Não estou jogando por achar que sejam a fina flor RPGzística! Tenho especial curiosidade em jogar as versões 3 e 4, que foram as que eu ficava boiando enquanto grupos de colegas discutiam o assunto e tal, todos jogando simultaneamente em seus Famicoms. Isso tem origens psicopatológicas, e não uma motivação em jogar um excelente jogo. Se a motivação fosse a última, evidentemente eu estaria jogando FFVI/FFIII. (coisa que farei assim que concluir a missão dupla atual!)
          E sim, estou me divertindo com o DQ/DW! Contraditório? Confuso? Paradoxal?
        • É que agora já está longe, então eu digo para ir até o fim no 1. Mas pro que disse agora, minha recomendação é fortemente pelo 5o jogo da série. DQ5 reúne tudo o que os DQs tem de especial, e junta com uma bem construída história. Muito, muito boa mesmo. A ponto que é de dar pedrada de escrever isso no clube do FF6, mas eu ainda acho que DQ5 tem uma história consideravelmente melhor que FF6. Na minha humilde opinião, é o ponto máximo das histórias dos JRPGs dos 16 bits...
        • Mas isso é sensacional, Flyer.
          Não se aflija. A menção a um jogo potencialmente superior a um jogo literalmente idolatrado não o diminui em nada.
          No final das contas, outra psicopatologia minha é o lance de jogar na ordem, então, antes do 5, vou querer jogar o 2, o 3 e o 4. (o que não quer dizer que eu realmente vá seguir isso, mas o fantasma existe)
        • Eu, Giovani Cospefogo Faganello, prefiro sem dúvida a série Dragon Quest a Final Fantasy. Sei que não é o teor da discussão, mas lendo o comentário sobre DQ5 que Flyer escreveu, tenho que concordar, mesmo tendo jogado somente DQ 1 e 2.
      • Se formos ficar discutindo bugs também, vai ser praticamente impossível gostar / jogar a grande maioria dos jogos. Enfim.

        Negócio é parar de bichice e jogar o FF6 de cabo a rabo no Dingoo com a força da masculinidade da Terra.
        • Ah, mas existem bugs e bugs. Um bug que deixa o jogo 0,25% mais rápido é facilmente ignorado. Um bug que deixa os personagens fora do enquadramento em uma cut scene, no máximo irrita um pouco. Um bug quedeixa seu personagem permanentemente overpower pode estragar a graça do gameplay de um jogo. E o bug que corrompe os saves faz uma pessoa querer matar todos os descendentes homens do responsável por isso.
          E a primeira versão de SNES tem os dois últimos tipos. E tenho minhas duvidas que corrigiram o penúltimo, mesmo nas versões futuras.
          E, sim, eu amaldiçôo todos os descendentes dos testers de FF3/6 no SNES.
          E de Fifa 98 de PSX, pelo mesmo motivo...
    12. Eu e o Fog (quem lembra dele no ENA XVIII?) numa discussão entre dias de evento em Sorocaba chegamos a conclusões interessantes sobre a superioridade do jogo com relação ao reino da Trigeza Cronada. Detalhe: Fog nunca jogou o jogo e percebeu consigo mesmo com os poucos elementos do jogo que lhe mostrei.
    13. Venho aqui fazer um importante pronunciamento... em nome da associação dos fanáticos seguidores de Vossa Senhoria Final Fantasy VI.

      Eis que em meio a tantas manifestações pelas cidades do Brasil e pelo mundo, o diretório fanático artístico de Vossa Senhoria lança o tão esperado álbum de nome Balance and Ruin - Inspired by Final Fantasy VI, contendo 5 discos com músicas orquestradas da entidade em questão. O lançamento contou com as músicas no formato MP3 e FLAC, artes do disco, letras das músicas que possuem algum tipo de voz e comentários dos devotos artistas seguidores.

      Agora o povo pode por fim idolatrar mais entidades representativas de Vossa Senhoria, ainda que sejam puras cópias que jamais transcenderão a ideia de Vossa Senhoria (como dizia Platão, algo do mundo inteligível nada mais é do que uma cópia imperfeita de uma ideia pertencente ao mundo das ideias), que transcende o próprio mundo das ideias e é a maior entidade sagrada existente, o motivo de vossa existência e de tudo que existe (e até do que não existe).

      Devotos seguidores, surgirdes e reverenciai Vossa Senhoria!

      Links para obter o tesouro: http://ff6.ocremix.org/
      http://ocremix.org/album/46/final-fantasy-vi-balance-and-ruin
      • Cara, MUITO obrigado por compartilhar essa informação.

        Baixei o álbum e, devo dizer, é ARREPIANTE!!!

        Acho que este FF é a versão com as músicas mais ÉPICAS de toda a série. Nenhum outro conseguiu colocar tanta música espetacular em um jogo só. Nem mesmo o badalado FF7 ou mesmo o emocional FF8.

        Esse álbum tem as músicas retrabalhadas de uma forma espetacular. Um MUST pra quem jogou FF6 e é louco por suas múcias.
      • Eu queria terminar o HH antes, cara!
        E semana que vem estarei viajando por Sorocaba e depois Cambuí.
        Só teria sentido começar essas jogatinas lá pelo dia 12 pra mim, que é quando estarei em casa.
      • Eu vou ficar até 27 em São Paulo e Vossa Senhoria não vai para Bauru. Vou ver se começo quando acabar a revisão do [NDS] Henry Hatsworth também... queria acabar o [SNES] Castlevania Dracula X também, mas não sei se minha paciência aguenta!
      • Parece que com o advento do Dingoo Emulation Pack v2.0, o Final Fantasy tá mais jogável.

        Vamos ver se dessa vez vai, já to depois da luta do primeiro esper, na mina. Falta o nosso simpático Locke entrar em cena.

        Será que eu conseguirei nessa existência corpórea finalizar algum Final Fantasy?
    14. Caras, finalmente abri a terceira jogatina simultânea da minha aventura trilíngue.
      Abro um parêntese aqui para consultar os especialistas acerca de um bug nojento que tem acontecido comigo ao jogar o Final Fantasy VI no cartucho japonês no SNES (primeiro modelo).
      Quando paro um pouco de dar comandos no controle para ir fazer um café ou alguma outra necessidade básica, dependendo do tamanho da pausa, o jogo entra em uma espécie de screen saver, com a tela ficando preta, mas com a música ainda rolando. Não consigo voltar desse estado de jeito nenhum, e o único remédio é dar um reset. Tenho jogado paranoicamente, sempre chacoalhando o direcional com medo de entrar no "descanso de tela da morte".
      Já viram isso? Se viram, conhecem alguma solução?

    Tabela de caretas e tags +
    Os comandos personalizados disponíveis são:
    [b] negrito [/b]
    [i] itálico [/i]
    [u] sublinhado [/u]
    [s] riscado [/s]
    [x] spoiler [/x]
    [-] bolinha indicadora de lista

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