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vitoriosa

Estrela da Fantasia 2
Phantasy Star II (Genesis/Mega Drive)
Por HarvestDude
• Criada em 27 de janeiro de 2018
• Essa jogatina já foi visitada 169 vezes.


    Fechado PS1, hora de começar Phantasy Star II. Segundo passo na minha missão de terminar os 4 Phantasy Star clássicos em sequência.

    Como citado anteriormente, a versão escolhida é a que está presente na coletânea Sega Ages Phantasy Star Complete Collection.

    Estou pegando firme, tentando não perder o fio da meada. Bora terminar.

    7 comentários para
    Estrela da Fantasia 2

    1. Já estou jogando faz um bom tempo e posso afirmar algumas coisas que percebi nesse jogo, em relação ao primeiro.

      - Ps1 é um jogo que aproveitou muito mais o poderio do Master System do que o Ps2 aproveitou o do Mega Drive. Mas entendo um pouco porque PS2 é do primeiro ano do Mega.

      - Ps2 tem alguns elementos gráficos muito legais (como os personagens andando em fila no mapa, assim como no PS1) e os 4 aparecendo de costas nas telas de batalha - muito bem detalhados por sinal. As animações dos personagens usando magias e acertando os inimigos são bem legais, também.

      - O layout das cidades, embora tenha os sprites dos prédios e lojas bem bonitinhos, é péssimo. As passagens dentro das cidades são confusas e apertadas, cheias de pessoas, arbustos, laguinhos ou pontezinhas que fazem a movimentação ser chata. Tem que ficar desviando de um monte de coisas para se chegar aonde quer.

      - O design de inimigos é mais bonito no PS1, que os tem grandes e coloridos na tela, enquanto no Mega eles são medianos a pequenos, mesmo com alguns frames a mais de animação.

      - A qualidade da trilha sonora é ligeiramente melhor no PS1. No PS2 é repetitivo demais.

      - PS1 já requeria uma boa dose de grinding por ser um RPG roots, mas o tempo de grinding necessário no PS2 é torturante. 90% do jogo é grinding. Você começa fraquíssimo e a cada nível alcançado, mais e mais pontos são necessários para chegar ao próximo.

      - Os inimigos são FORTES! Por isso tanto grinding. E quando você chega em uma área nova, a diferença de nível dos montros dá saltos estratosféricos.

      - Não bastasse a força dos inimigos e a lerdeza em subir de nível, os preços dos equipamentos são absurdos. Leva um tempão para se juntar dinheiro para comprar UMA peça de equipamento por vez, de tão caros. Pense que no começo quando você ganha entre 10 e 40 mesetas por luta, alguns itens chegam a custar 2 ou 3 mil mesetas cada. No local onde estou agora, há itens de 20.000 mesetas onde a média das lutas me dá uns 200 a 500.

      - No PS1, os labirintos são trabalhosos, mas se você luta para pegar todos os equipamentos de uma cidade antes de ir para o próximo desafio e faz ou usa mapas dos calabouços, eles são relativamente passáveis sem muito sofrimento. No PS2, mesmo sendo labirintos tradicionais vistos de cima, com mapas e bem equipado, os labirintos são compridos, cheios de caminhos e elevadores que interligam andares em pontos diferentes, muito mais difíceis... e eles ainda possuem um layer com canos e fios, para simbolizar o teto, mas que atrapalham na visualização do ambiente.

      - Os menus são básicos e parcialmente intuitivos, mas não totalmente eficientes. A ordem dos personagens na lista do menu é diferente da ordem em que se posicionam no campo de batalha e isso se torna um pouco confuso na hora de usar itens e magias de recuperação. O menu de batalha é ruim e confuso. Configurar seus personagens para usar magias ou itens demora a cada rodada de ataque.

      - Assim como em PS1, cada personagem possui seu próprio inventário, em vez de compartilharem um inventário para todos. Cada item comprado vai para um personagem escolhido, e os vendedores avisam sempre que o item ou arma não é específico daquele personagem na hora de comprar. Isso já ajuda um pouco, já que no PS1 não havia essa informação e era fácil gastar o suado dinheiro em um equipamento errado que seu personagem não conseguia usar.

      A história tem uma premissa interessante, mas dentro do jogo as pistas são muito fragmentadas e não dá para saber direito o que está havendo. A narrativa é muito picotada, já que os raros momentos que descrevem a história são interrompidos por longas sessões de grinding. Realmente esse é um RPG pra quem tem muita paciência.

      No momento estou tentando ir à ilha de Uzo e pegar a folha de uma árvore para fazer um equipamento que permite respirar debaixo d´água. Vamos ver no que vai dar.
    2. Peguei a folha, levei ao cientista, ele me deu o respirador. Fui no centro de controle do clima e algo terrível acontece na história. Fui na torre de controle das represas e peguei as chaves. Agora estou indo abrir as comportas. Mais da história se revelou e devido ao excesso de grinding do começo do jogo, tenho o que há de melhor em equipamentos e a equipe está forte. O jogo começa a se desenrolar um pouco mais, sem muito stop pra upar.

      Sim, estou usando walkthru e mapas. Como esse é um rpg das antigas, a chance era grande de eu ficar semanas perdido rodando procurando pelas coisas e fazendo mapas. Sem chance. Já basta o grinding excessivo.
    3. Abri as comportas e fui para Dezóris, o planeta gelado. Palma foi riscada do mapa pela Mother Brain, que derrubou o satélite de controle do tempo no planeta, explodindo-o. Encontrei Lutz/Noah, heroi do primeiro jogo na batalha 1000 anos atrás contra Lassic e DarkFalz. Ele nos deu o velho Prisma, que permite ver prédios escondidos por magia no mapa. Fui nos templos encontrar as 8 armas sagradas e voltei a Lutz, que me mandou para o labirinto final enfrentar Dark Falz (Dark Force) e Mother Brain.

      Dark Falz foi um sufoco pra vencer, mesmo eu estando acima do nível 35. Ele usa magias que atacam todos de uma só vez e tiram mais de 60% do life numa tacada. Além disso, ele vai enfeitiçando cada personagem do grupo a cada rodada, imobilizando-os ou impedindo de usar seus golpes. É completamente aleatório e impossível de prever. 3 rodadas com a magia que acerta a todos e fim, todos mortos sem chance de sobreviver. Tem que tentar algumas vezes até conseguir.

      Mother Brain foi mais sossegado. Rolf e seus amigos descobrem o segredo por trás de Mother Brain e salvam o sistema Algol (quer dizer, menos Palma)...

      Terminado!
    4. Um dos RPGs mais difíceis que já joguei. Os labirintos são tétricamente torturantes! Prepare-se para SOFRER muito com esse trem.

      E, comentando sobre jogar os 4 da série: eu também queria fazer isso. Tenho um interesse especial no Phantasy Star 3 desde as épocas das locadoras, foi o primeiro RPGs pra Mega que cruzou meu caminho — mas que nunca pude jogar, pois era em japonês e só estava à venda! Não dava nem pra locar.

      Mas mas mas... a trilha sonora do PS3 é terrível, dói nos ouvidos... Porém, deixemos pra lá, pra não desvirtuar a jogatina de PS2!
        • Terminei ontem. Devo dizer que a parte final é especialmente excruciante. O labirinto final onde se escondem Dark Falz e Mother Brain até não é tão ruim. O chato é chegar até o Esper Palace onde Lutz nos aguarda para nos mandar ao labirinto final. Só dá pra chegar a pé e não tem loja alguma. Se precisar comprar alguma coisa ou trocar de personagem, tem que sair do templo, usar magia pra voltar na última cidade de Dezoris, usar o teletransportador pra ir a Skure, pegar a nave, voltar a Paseo em Motávia, trocar de personagem, pegar os itens, voltar a Skure em Dezoris, sair pelo labrinto de Skure até a cidade mais próxima, se teleportar para Aukba, caminhar até o fosso no centro de Dezoris, ENTRAR no labirinto dele, pegar o caminho CERTO, atravessar e sair do outro lado para então CHEGAR finalmente de volta ao Esper Temple onde está Lutz... Sem magia, sem portal, sem teletransporte, sem veículo... só a PÉ! Agora entendo como Lutz ficou 1000 anos isolado sem Dark Falz ou Mother Brain encherem o saco...

    Tabela de caretas e tags +
    Os comandos personalizados disponíveis são:
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    [i] itálico [/i]
    [u] sublinhado [/u]
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    [-] bolinha indicadora de lista

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