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vitoriosa

Saindo da bandidagem moderna pra era medieval
The Elder Scrolls IV: Oblivion (Playstation 3)
Por Pastor Cosme
• Criada em 15 de julho de 2014
• Essa jogatina já foi visitada 898 vezes.


    Screenshot contruibuído por um membro do projeto.

    Depois de abandonar GTA5 devido a bandidagem exagerada do título, resolvi continuar no PS3 numa série que eu sempre curti pra caramba - The Elder Scrolls.

    Embora nunca tenha terminado Morrowind e já tenha jogado um pouco de Skyrim, resolvi experimentar o Oblivion.

    14 comentários para
    Saindo da bandidagem moderna pra era medieval

    1. Realmente, o jogo é muito bacana. A história é cativante e o mundo é bonito demais. Muito verde, florestas, cores vivas. Diferente do frio nórdico de Skyrim. Vamos ver onde essa jogatina vai me levar.
      • Isso eu não achava que Oblivion deveria ser. Está certo que eu jogava com ele cheio de mods, mas o Morrowind já não era mais rústico que o Skyrim. Na verdade Skyrim é que é bem simplificado comparado com Morrowind...
    2. Pra variar, nao consigo jogar sem ficar vagando e desviando do objetivo principal. Dei uma explorada por conta nos arredores e já completei várias quests pequenas.

      O que mais me preocupa em jogos assim é a multidiversidade de opções de armas, armaduras e outros itens. Quando jogávamos um Dragon Quest ou Final Fantasy no NES, sabíamos que, ao matar um chefe e chegar na próxima cidade, haveria 1 nova arma mais forte que a anterior. E mais adiante, outra, ainda mais forte que essa. Sempre escaladamente, progressivamente, extremamente linear.

      Nstes jogos não... É um universo de escolhas. Pra mim é uma dificuldade me orientar com escolhas ideais... Melhor arma no momento? Melhores defesas? O que escolher? São zilhões de coisas!
      • Ah, mas é outra escola, né? Os wrpgs tradicionais já eram todos assim. Aliás, é a graça dos wrpgs: explorar, experimentar...
        Geralmente eu faço uma de duas coisas: ou eu "simplifico" e me limito a jogar principalmente no mano-a-mano e com armas de 1 mão, ou se eu conheço o jogo o suficiente planejo o build que quero antes.
        No Morrowind cheguei a planejar build. No Skyrim eu fui pro lado do mano-a-mano com armas de 1 mão, mas acabei em determinado momento fazendo um warrior-mage: espada em uma mão, magia na outra.
    3. Louco para experimentar este Oblivion. Eu estava jogando Skyrim e perdi muito tempo tentando me curar do vampirismo, não entendia porque em todos os lugares e províncias queriam a minha cabeça. hauhauahuahauaha
      Maior treta fazer os esquemas de chegar invisível, sugar o sangue dos guardas, falar com o feiticeiro e coisa e tal, fui obrigado a apelar para o youtube, coisa que odeio fazer. MUITO CHATO FAZER AQUILO (cura do vampirismo), me tomou tempo e me inojou um pouco do jogo. Quando enfim consegui me livrar da maldição, descobri como subir rápido de nível fazendo adagas no ferreiro, aí notei que não dava para fazer infinitamente aquilo, aí tranquei um pouco no jogo e larguei de mão.
      Flyer, a minha estratégia com o guerreiro foi na maior parte do tempo mesclando em uma mão arma e na outra magia de restauração.
      Quanto ao GTA V (obra de arte), eu fechei ele e realmente é um jogo muito forte para estas crianças que querem jogar hoje, mas para nós, se formos pensar, a violência e as cenas de sexo que tem aparecem em qualquer filme da grobo. kkk
      • Ultimamente quando pego um RPG ultimamente eu tento pelo menos descobrir as maldições que tem, e como evitar. Geralmente não gosto de ser vampiro, lobisomem, nada do tipo. E é normal perder muito tempo pra curar, . Melhor evitar... Mas tem gente que adora esse tipo de coisa. Tem gente que adora ser Elfo Negro, por exemplo.
        Mesmo subir skill é meio padrão. Tem lugar que vc pode chegar no cap só fazendo um item besta, mas é cada vez mais raro. E tem MMO que mesmo sem ter sistema, tem regra e vale ban... então tb é algo padrão.
        Para quem não jogou, eu tb recomendo fortemente Morrowind. Morrowind tem alguns lugares que lembram o ambiente de Menzoberranzan e arredores. Bem legal.
        • Eu estou jogando com um Elfo Negro! E fujo de maldições também. Flyer — Menzoberranzan! Bah! Grandes memórias. Conheci só a fama deste jogo...
        • Ah, o jogo Menzoberranzan não é lá muito bom. Os outros jogos da mesma engine não melhores. Digo Menzoberranzan a ambientação de D&D :)
    4. Joguei mais um tanto hoje de manhã... Acho que vou começar a usar o fast travel pra ir de um lugar a outro. Estava indo a pé/cavalo sempre que mudava de cidade, mas acho que isso está realmente tomando tempo demais. Acho bacana deixar a jogatina mais imersiva, mas na maior parte do tempo não vale a pena ficar navegando por lugares que não tem nada de novo pra se ver.

      Flyer, você usava muito o fast travel?
      • Sim, usava. Até andava bastante a pé quando ainda tinha o que explorar em uma região, mas as vezes só queria ir até um lugar, sem interrupções, e era uma perda de tempo ficar vendo andar pela 20a vez o caminho. Então, fast travel.

        Não é o meu preferido. Eu realmente prefiro quando o jogo tem mecanismos de viagem rápida mais integrados, menos "você foi andando em x horas até o local y", mas infelizmente não tem no Skyrim, e mesmo no Morrowind era bem parcial, então imagino que não tenha no Oblivion. Eu realmente gostava do esquema de Mark/Recall do Morrowind, mas gostaria de um modo com múltiplos Mark, algo meio UO...
    5. Fechei o jogo ontem, com pouco mais de 60 horas de jogatina. Muito bacana o conjunto todo em si. A história, os personagens, a parte técnica (cenários, efeitos, NPCs e inimigos). Na minha opinião o jogo só deixa a desejar nas músicas. São poucas faixas, que ficam se repetindo eternamente.

      E outra coisa que — aí tem a ver com a minha pessoa — não consigo me aprofundar num jogo quando ele é totalmente livre, livre demais. Não tenho paciência. Não consigo ficar pegando mil coisas extras, desenvolvendo o personagem, indo atrás de side-quests, essas coisas.

      Me admiro de até ter feito 60 horas neste jogo! Se o cara joga fazendo só a quest principal, acho que dá pra terminar em 20!

      Outra coisa que cansa um pouco é o repeteco das cavernas e calabouços. Claro, caverna é caverna, mina é mina, dungeon é dungeon... mas se tem a sensação de estar sempre explorando o mesmo local. As coisas são sempre todas iguais.

      Outra coisa que me desaponta também é o lance da aleatoriedade. Talvez por ter crescido jogando RPGs japoneses no NES e SNES, não estou acostumado a passar um terrível labirinto pra chegar no final, depois de matar um chefão, encontrar um item ALEATÓRIO dentro da arca do tesouro. Claro, um item especial, mágico — mas aleatório. Sei lá...

      Entendo que isso é importante para o valor de replay do jogo, e pelo valor da espontaneidade, mas curto muito mais quando se batalha e se adquire um super mega hyper item especial, que só tem naquele determinado local.

      Resumindo... sou fã da LINEAREIDADE.
      Não adianta. Há muito pouca paciência para MUNDOS ABERTOS.
      • Então só digo uma coisa: passe bem longe de Daggerfall ;-)
        Mas parte dessas coisas dos Elder Scrolls tb não sou muito fã. Em Skyrim melhorou bastante, tem bem menos locais que são versões do mesmo mapa repopulados.

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