URGENTE: Precisamos de doações para pagar o DOMÍNIO e HOSPEDAGEM do Projeto Jogatina.
Qualquer valor é válido!
Para mais informações escrevam para doacoes@projetojogatina.org

Projeto Jogatina

Jogatina
casual

Sinto vergonha de meus atos
Grand Theft Auto V (Playstation 3)
Por Pastor Cosme
• Criada em 22 de maio de 2014
• Essa jogatina já foi visitada 600 vezes.


    Screenshot contruibuído por um membro do projeto.

    Pois é. Comecei a jogar esse trem já faz um tempo, mas admito — sinto vergonha dos meus atos!

    O jogo é insanamente violento, criminoso, malvado. Todas as vezes que tenho que cometer um crime me pergunto — qual é a utilidade de jogar esse jogo?

    Mas convenhamos: tudo é lindamente muito bem feito. O cenário, os autos, a cidade, as pessoas, o enredo, tudo, incrível.

    Uma pena o tema... CRIME.
    Haehaehaehaeha!

    2 comentários para
    Sinto vergonha de meus atos

    1. No momento, cansei desse jogo. A maravilha tecnológica não está conseguindo me motivar o suficiente para jogá-lo, pois o tema empregado realmente não me conquista. Vou deixar a jogatina casual. Uma hora dessas eu volto pra Los Santos (isso se eu não vender o jogo antes).

    Tabela de caretas e tags +
    Os comandos personalizados disponíveis são:
    [b] negrito [/b]
    [i] itálico [/i]
    [u] sublinhado [/u]
    [s] riscado [/s]
    [x] spoiler [/x]
    [-] bolinha indicadora de lista

    Deixe uma resposta

    Assinar comentários desta página via RSS

    Projeto Jogatina

    "The last metroid is in captivity. The Galaxy is at peace."
    Super Metroid
    "Jogatina para Jogadores Honestos."

    © 2018 Projeto Jogatina
    © 2018 Igreja do Famicom Invisível
    © 2018 NES Archive
    Idealizado por Pastor Cospefogo.
    Todas as marcas, jogos, personagens e produtos aqui mencionados são propriedades de seus próprios autores.
    Todos os comentários e análises são de responsabilidade de seus respectivos autores.
    O sítio Jogatina não tem nenhum vínculo ou objetivo comercial. Gamepad icons by Deleket (Jo Mendoza).
    Voltar ao topo